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Peer-reviewedCC BYHematology, Transfusion and Cell Therapy

METODOLOGIAS ATIVAS NA EDUCAÇÃO EM HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA DA LIGA DO SANGUE NO UFCSPA ACOLHE

  1. 1Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Porto Alegre, RS, Brasil
  2. 2Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Porto Alegre, RS, Brasil

Abstract

Introdução: A compreensão da população sobre grupos sanguíneos, compatibilidade transfusional e doação de sangue ainda é limitada, reforçando a necessidade de estratégias de educação em saúde acessíveis. Nesse contexto, metodologias ativas favorecem a aprendizagem significativa e a aproximação entre universidade e comunidade. Assim, a Liga do Sangue (LiSan) da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) desenvolveu a atividade “O Enigma do Sangue: Código Vermelho” durante o UFCSPA Acolhe de 2026, evento anual da UFCSPA, voltado à apresentação de projetos de ensino, pesquisa e extensão à comunidade externa. Objetivo: Relatar a experiência da LiSan com a atividade “O Enigma do Sangue: Código Vermelho” durante o UFCSPA Acolhe. Materiais e Métodos: A oficina foi estruturada como um circuito composto por quatro estações interativas voltadas à abordagem dos sistemas ABO e Rh. Na estação “Alquimia do Sangue”, utilizou-se um experimento visual com soluções coloridas para representar, de forma lúdica, a compatibilidade transfusional. Em seguida, os participantes realizavam o “Hemogame”, um jogo de verdadeiro ou falso, organizado em diferentes níveis de dificuldade, para reforçar os conceitos apresentados e desmistificar informações sobre grupos sanguíneos. Na Oficina “ABO – Construa sua Hemácia”, os participantes montavam modelos de hemácias em EVA contendo os antígenos A, B e Rh, favorecendo a visualização concreta das diferenças entre os grupos sanguíneos. Ao final do circuito, uma estação apresentou as atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pela LiSan, relacionando os conceitos trabalhados com a hemoterapia e a doação de sangue. Resultado e Discussão: A dinâmica do circuito favoreceu uma construção progressiva do conhecimento. Na primeira estação, “Alquimia do Sangue”, a demonstração visual da compatibilidade entre os grupos sanguíneos forneceu aos participantes uma base conceitual para as etapas seguintes. Em seguida foi realizado o “Hemogame”, um jogo de verdadeiro ou falso organizado em níveis de dificuldade (fácil, médio e difícil). Observou-se que os participantes recorriam aos conceitos apresentados na etapa inicial do jogo, indicando assimilação progressiva do conteúdo ao longo da atividade. A oficina “Construa sua Hemácia” mostrou-se especialmente atrativa para o público infantil, pois a montagem dos modelos em EVA favoreceu a associação entre antígenos e grupos sanguíneos. O caráter lúdico da atividade estimulou a participação e facilitou a compreensão dos grupos sanguíneos. De forma geral, a organização das estações em sequência permitiu que os participantes evoluíssem da observação à aplicação dos conceitos, favorecendo uma aprendizagem ativa e significativa. Além de aproximar a comunidade de temas relacionados à hematologia e à doação de sangue, a atividade fortaleceu a comunicação entre extensionistas e público, evidenciando o potencial de estratégias interativas para a educação em saúde. Conclusão: A experiência reforça que metodologias ativas tornam os conteúdos de hematologia mais acessíveis, constituindo uma estratégia relevante para educação em saúde e promoção da doação de sangue, evidenciando o potencial das ligas acadêmicas na divulgação científica e aproximação entre universidade e comunidade.

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AB  - Introdução: A compreensão da população sobre grupos sanguíneos, compatibilidade transfusional e doação de sangue ainda é limitada, reforçando a necessidade de estratégias de educação em saúde acessíveis. Nesse contexto, metodologias ativas favorecem a aprendizagem significativa e a aproximação entre universidade e comunidade. Assim, a Liga do Sangue (LiSan) da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA) desenvolveu a atividade “O Enigma do Sangue: Código Vermelho” durante o UFCSPA Acolhe de 2026, evento anual da UFCSPA, voltado à apresentação de projetos de ensino, pesquisa e extensão à comunidade externa. Objetivo: Relatar a experiência da LiSan com a atividade “O Enigma do Sangue: Código Vermelho” durante o UFCSPA Acolhe. Materiais e Métodos: A oficina foi estruturada como um circuito composto por quatro estações interativas voltadas à abordagem dos sistemas ABO e Rh. Na estação “Alquimia do Sangue”, utilizou-se um experimento visual com soluções coloridas para representar, de forma lúdica, a compatibilidade transfusional. Em seguida, os participantes realizavam o “Hemogame”, um jogo de verdadeiro ou falso, organizado em diferentes níveis de dificuldade, para reforçar os conceitos apresentados e desmistificar informações sobre grupos sanguíneos. Na Oficina “ABO – Construa sua Hemácia”, os participantes montavam modelos de hemácias em EVA contendo os antígenos A, B e Rh, favorecendo a visualização concreta das diferenças entre os grupos sanguíneos. Ao final do circuito, uma estação apresentou as atividades de ensino, pesquisa e extensão desenvolvidas pela LiSan, relacionando os conceitos trabalhados com a hemoterapia e a doação de sangue. Resultado e Discussão: A dinâmica do circuito favoreceu uma construção progressiva do conhecimento. Na primeira estação, “Alquimia do Sangue”, a demonstração visual da compatibilidade entre os grupos sanguíneos forneceu aos participantes uma base conceitual para as etapas seguintes. Em seguida foi realizado o “Hemogame”, um jogo de verdadeiro ou falso organizado em níveis de dificuldade (fácil, médio e difícil). Observou-se que os participantes recorriam aos conceitos apresentados na etapa inicial do jogo, indicando assimilação progressiva do conteúdo ao longo da atividade. A oficina “Construa sua Hemácia” mostrou-se especialmente atrativa para o público infantil, pois a montagem dos modelos em EVA favoreceu a associação entre antígenos e grupos sanguíneos. O caráter lúdico da atividade estimulou a participação e facilitou a compreensão dos grupos sanguíneos. De forma geral, a organização das estações em sequência permitiu que os participantes evoluíssem da observação à aplicação dos conceitos, favorecendo uma aprendizagem ativa e significativa. Além de aproximar a comunidade de temas relacionados à hematologia e à doação de sangue, a atividade fortaleceu a comunicação entre extensionistas e público, evidenciando o potencial de estratégias interativas para a educação em saúde. Conclusão: A experiência reforça que metodologias ativas tornam os conteúdos de hematologia mais acessíveis, constituindo uma estratégia relevante para educação em saúde e promoção da doação de sangue, evidenciando o potencial das ligas acadêmicas na divulgação científica e aproximação entre universidade e comunidade.
SN  - 2531-1379
SN  - 2531-1387
ER  -